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Mais de 90 kg de pescado irregular são apreendidos


A Polícia de Meio Ambiente apreendeu 98 kg de pescado durante a primeira semana de combate à pesca predatória, que ocorre no período da piracema no Centro-Oeste de Minas. Os dados foram computados entre o dia 31 de outubro e o último domingo (4).

De acordo com a polícia, 12 pessoas foram presas durante as fiscalizações realizadas em toda a área de cobertura da 7ª Companhia.

No mesmo período, 364 pessoas e 371 veículos foram abordados pelos policiais. Outras 110 embarcações foram fiscalizadas – destas, sete foram apreendidas.

Ao todo, também foram apreendidos três motores e duas armadilhas para peixes, além de serem removidos 359 redes, 196 anzóis e uma tarrafa.

Piracema
De acordo com o Instituto Estadual de Florestas (IEF), piracema é o nome dado ao período de reprodução dos peixes. Ele teve início no dia 1º de novembro e vai até 28 fevereiro de 2019.

Durante todo o período, fica restrito o uso de equipamentos de mão, como linhas, vara simples e caniço com molinete ou carretilha, e o tamanho dos peixes e quantidades de pescado que podem ser retirados dos rios é estipulado pelo órgão ambiental.

O uso de redes e a pesca subaquática também ficam proibidos durante o período pois, segundo o órgão, não é possível verificar se o peixe está ovado antes de sua captura. Além disso, os peixes capturados nas redes dificilmente sobrevivem à soltura, de acordo com o IEF.

Ainda conforme o IEF, atualmente, existem 300 mil pescadores amadores e 25 mil profissionais em todo o Estado de Minas Gerais.

Para retirar uma carteira de pesca amadora, o interessado precisa preencher um cadastro no site do instituto. Ela tem finalidade exclusiva de lazer ou recreação e permite o uso de anzol, chumbada, linha, vara ou caniço, molinete ou carretilha ou similar, iscas artificiais e naturais.

Caso seja pego pescando sem sua carteira, o pescador está sujeito à apreensão de seu material. A carteira tem validade de um ano a partir da data de autenticação bancária e deve ser apresentada com o comprovante de pagamento.

O Ministério da Pesca e Aquicultura também expede o documento com validade em Minas Gerais.

Fonte: G1