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Itaú repassa R$ 180 mil para elevador na Santa Casa de Piumhi


A Santa Casa de Misericórdia de Piumhi conclui o processo de liberação dos R$ 180 mil que serão repassados para aquela instituição nos próximos dias. Os recursos serão investidos na instalação de um segundo elevador naquele complexo hospitalar, necessário para otimizar e agilizar o serviço de trabalho e de pacientes. Sua instalação já estava prevista desde a edificação do complexo em meados dos anos 1.980. Desde então o fosso localizado no corredor onde funciona o setor administrativo está aguardando pelo equipamento.

O hospital conta apenas com um elevador, utilizado de forma generalizada e atende toda a demanda, transportando desde pessoal até materiais de serviço, equipamentos e doentes em tratamento. Com a incorporação de um novo elevador, a divisão da carga diária de serviço transportada entre os quatro andares – incluindo o térreo – da Santa Casa de Misericórdia de Piumhi. “Além disso, procuramos assim atender às normas sanitárias, ou seja, destinando um deles apenas para o uso por pessoas e o outro como um elevador de serviço, suprindo assim esta antiga demanda. A cotação já foi feita e a compra do equipamento será efetivada assim que o dinheiro estiver em caixa”, explica o provedor do hospital, o bioquímico José (do Ismar) Soares de Melo. A Santa Casa de Misericórdia de Piumhi mantém em sua estrutura funcional 215 servidores e cerca de 50 médicos (entre efetivos, plantonistas e eventuais) prestam atendimento nas mais diversas áreas. “Esse elevador vai eliminar a sobrecarga de serviço, interligando com mais agilidade os setores administrativo, bloco cirúrgico, enfermarias, obstetrícia e pediatria, reduzindo tempo de espera”, complementa o dirigente.

Quanto à dívida da Santa Casa, que em novembro de 2016 batia na casa de R$ 2 milhões, José do Ismar informa que desde que assumiu como gestor do hospital vem “trabalhando para sanar os problemas buscando o equilíbrio financeiro”. “Este valor não recuou, mas também não aumentou. Tivemos sucesso ao conseguir reduzir o valor acumulado do passivo trabalhista e quitamos toda a dívida bancária no valor de R$ 650 mil. O gargalo atual se refere a atrasos no pagamento de cirurgias eletivas aos médicos, um montante que beira R$ 1,2 milhão. O débito com fornecedores que era de cerca de R$ 890 mil também foi regularizado e hoje as compras são feitas com pagamento à vista, contabiliza. “A situação ainda está difícil, mas nosso foco é solucionar este grave problema de um hospital de grande importância não apenas para Piumhi como para toda a região”, conclui José Soares de Melo.

Fonte: Jornal Alto São Francisco