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Cidades da região apuram suspeitas de febre amarela


A Secretaria de Estado de Saúde (SES) atualizou, na tarde desta quarta-feira (19), o boletim epidemiológico dos casos suspeitos e confirmados de febre amarela em Minas Gerais. No Centro-Oeste, as novidades em relação ao resultado anterior foram registradas em Arcos, Itapecerica e São Francisco de Paula.
Arcos tinha um caso considerado como “rumor” (quando um macaco é encontrado morto, mas não tem condições de ser analisado em laboratório) e passou a ter um como “em investigação” (quando existe coleta de material biológico para análise). Já a cidade de Itapecerica passou a ter um caso considerado como “em investigação”. São Francisco de Paula, por sua vez, tem agora um caso considerado “rumor”.
Em nota ao G1, a Prefeitura de Arcos explicou, em nota, que o corpo de um mico foi encontrado há dois meses na área urbana, com ferimentos que indicavam um possível atropelamento. “Este mico não foi encaminhado para análise, pois já se encontrava em estado de deterioração, sem possibilidades de ser analisado”, conforme o texto.
Uma semana depois, um filhote de macaco foi encontrado na região conhecida como Davis, na zona rural. O animal encaminhado à Gerência Regional de Saúde (GRS) e, em seguida, ao Instituto Evandro Chagas, no Pará. O laboratório tem até 90 dias para enviar o resultado dos exames.
Ainda segundo o governo, cerca de 17 mil pessoas já foram vacinadas contra a febre amarela no município, incluindo 100% da população rural. As doses continuam disponíveis em todos os postos de saúde.
Já a Secretaria de Saúde de Itapecerica informou que cinco macacos foram encontrados mortos na cidade entre março e abril deste ano. “Eles foram encaminhados à Fundação Ezequiel Dias (Funedi), em Belo Horizonte. A Fundação ainda não deu retorno sobre a análise dos primatas – se foi ou não encontrado vetor de febre amarela nos animais”, disse a Pasta.
A cobertura de vacinação contra a febre amarela no município é de 80% e as doses da vacina também estão disponíveis nos postos de saúde.
A reportagem entrou em contato com a Prefeitura de São Francisco de Paula e aguarda retorno.

Fonte: G1 Notícias